Busca

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pracas expricativas (parte 03)



Segundo nossos informantes infiltrados nas imobiliárias da cidade, Jon Arbuckle já está na cidade procurando um imóvel para alugar nesta rua. "Foi uma exigência do meu gato", teria confessado Mr. Arbuckle.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Pracas expricativas (parte 02)


Se eu levasse em conta a opinião dos meus professores de primário, acho que eu jamais ganharia uma placa dessas...

Pontos turísticos pouco convencionais (Parte 03): O castelinho da CEMIG

Há quem diga que Juiz de Fora tem apenas 160 anos. O castelo, comumente conhecido nos dias de hoje como “castelinho da CEMIG” é a prova do contrário.

Como demonstra a foto, trata-se de um castelo medieval, que sem duvida nada deixa a desejar às melhores tradições medievais brasileiras e, porque não, juizforanas!


Com duas torres laterais com buracos para arqueiros o castelo serviu durante séculos para a defesa da cidade contra os invasores dos feudos de Santos Dumont, Barbacena e Belo Horizonte. O que foi feito, aliás, com sucesso, permitindo assim que JF se tornasse a Grande JF, abrangendo regiões como Ibitipoca, Simão Pereira, Rio de Janeiro e Cabo Frio. (voltaremos ao assunto).

Nossas fontes confirmaram com exclusividade histórica que durante muitos anos o lorde do castelo foi o “cavaleiro do topete de prata” que depois de apoiar o caçador de marajás para o governo central do país, ajudou a derrubá-lo para tomar seu posto. Mas essa é outra história...

Passando por Juiz de Fora, não deixe de visitar este importante ponto turístico que marca a história da cidade. Mas tome cuidado com os atiradores da torre de vigilância! Eles estão ali para abater qualquer um que tente se manifestar contra a tarifa elétrica mais alta do país!

PS.: Segundo uma pesquisa de Carbono 14 feita pelos nossos estagiários, a última flecha lançada das torres de sentinela da inexpugnável fortaleza encontra-se atualmente na Pirâmide bizarra do Estrela Sul. Portanto, não acredite se algum camelô da cidade tentar te vender uma flecha como autêntico souvenir da cidade.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Bom humor

Nada como um apartamento de bem com a vida

Nossos informantes, que esperam por horas o ônibus lotado para a UFJF todo dia em frente à simpática janela, apuraram que a frase foi colada ali por membros engraçadinhos do Conselho Municipal de Transportes.

Pontos Turisticos pouco convencionais: A praça do Canhão (parte 02)




A primeira pergunta que somos obrigados a fazer é a seguinte:
"Meu amigo, mas que canhão??? Quem foi que viu um canhão nisso aí?" Tudo bem, tem um atirador, mas em volta dele tem um tanque de guerra! Então para começo de conversa a praça deveria ser chamada de “praça do tanque de guerra”.

Mas deixando este pequeno detalhe de lado, vamos ao que (des)interessa.

Estando em Juiz de Fora você não pode deixar de levar suas crianças para brincar neste belíssimo parque infantil, extremamente educativo e pedagógico. Mas atenção! Como diz a placa da foto abaixo, não suba ou entre no “carro de combate"...

Além de brincar num parque feito para crianças (que vão para a guerra), a garotada poderá ainda entrar em contato com todo este entulho dos tempos da ditadura, quando o exército juizforano iniciou o golpe a partir do quartel "primeiro de abril", ops, "31 de março"! Nada mais adequado!

PS.: Em tempos de espírito natalino, o canhão, digo, tanque, ganha uma robusta e sóbria decoração de natal! Aguardem dezembro...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Pracas expricativas (parte 01)

Há algum tempo atrás, a Prefeitura de Juiz de Fora iniciou um projeto de troca das antigas placas que indicavam os nomes das ruas da cidade por outras, mais modernas.

Modelo de placa antiga. Essa indica a imponente Rua Howian, engenheiro que projetou no século XIX uma rede de esgoto para a cidade que nunca saiu do papel


As novas placas incluem uma frase explicativa de quem (ou o que) é o homenageado. Entretanto, parece que os estagiários do curso de História que fazem essa pesquisa não estão muito motivados com o emprego. Note como a informação fornecida pela placa é o suficiente para praticamente escrevermos uma biografia do Professor Freire

Jura?

E aí caros leitores? Alguém conhece mais alguma destas placas brilhantes?

Da série: Poesia Urbana! “Matou a família e foi aonde afinal?”

Google diria: "Você quis dizer: açougue?"


Esta bela inscrição numa parede da avenida Independência, quase esquina com avenida Rio Branco* demonstra claramente o apreço de Juiz de Fora por essa modalidade de poesia (urbana).

“Matou a família e foi ao açougue” certamente já faz parte do cenário da cidade e está marcada na memória dos juizforanos. De uma beleza sem igual, e um significado tão claro, esta poesia chama à reflexão. É uma pena que seu poeta esteja anônimo até agora...

Entretanto, fontes confiáveis deste blog confirmam que esta poesia foi originalmente alterada. Segundo nossas fontes, a poesia teria sido vitima da censura privada de um conhecido estabelecimento, que sem compreender a genialidade do poeta, decidiu não ter seu nome vinculado à obra.

A história, registrada pelas nossas fontes, conta que orginalmente a frase era “matou a Familia e foi ao ______ (Insira aqui o supermercado que tem nome de uma ilha caribenha)**”. O referido estabelecimento mandou um de seus funcionários apagar a ultima palavra. Um verdadeiro absurdo, já que qualquer um pode observar que a ausência do substantivo final torna a poesia nonsense!

O poeta, insistente, voltou a completar seu poema, seguido por novo ato de censura por parte do estabelecimento. Os mais observadores poderão reparar na foto a diferença de tintura no muro.

Algum fã (nesta altura a poesia já era famosa) decidiu então contemporizar e completar com a palavra “açougue”. O poeta descontente insistiu: “açougue do ______!”. Mas foi alvo de nova censura.

Já desanimado, o poeta decidiu não guerrear mais, e a poesia entrou para eternidade assim... Mas aqueles de memória mais aguçada sabem de onde era o açougue!

* tal frase lapidar foi pichada por cima de outra, que dizia "Sepultura 30/09/2006", também conhecido como "o show que nunca houve"
**a diretoria do blog decidiu não divulgar o nome exato do estabelecimento porque tem como política só fazer merchandising a quem nos paga. Mas para bom entendedor meia palavra basta.