Se você está em Juiz de Fora certamente precisa conhecer aquela que muitos consideram a maior “obra de arte” da cidade! Um verdadeiro monumento, como nunca se viu em toda a história da humanidade juizforana.
A primeira vista, parece ser um monumento roubado de Itu, ou uma engenhoca de higienização de elefantes. Mas não se engane! Essa porcaria é uma autêntica bizarrice de Juiz de Fora!
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| Made in Itu - SP |
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O "Chuveirão", como é popularmente conhecido entre os nativos deveria ser um monumento a conclusão de obras de dutos de água...
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"As tubulações de água são como as veias do corpo humano, por eles passa a vida" Que lindo.. Snif.. :~( |
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Mas esperem! Eu li direito? Conclusão das obras da rede tronco central e das adutoras? Em 2002? Curioso... Tal obra tãããão bem feita, que mereceu até um monumento (sic), não foi aquela mesma que explodiu em 2010, tornando Juiz de Fora a Veneza de Minas?
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Um monumento (sic) para homenagear uma obra de qualidade duvidosa que explodiu em
oito anos de uso?
Mas essa coisa está mais para um entulho no meio da cidade do que para homenagem a qualquer coisa. E para além de ser feio pra caramba, o troço nem funciona...
A única vez que se viu sair água deste estapafúrdio objeto foi na inauguração, quando os nossos “queridos” (e antiiiiiiiiiigos) gênios descritos na placa, representantes do movimento republicando* juizforanos, estiveram presentes para saudar o insaudável. Essa palavra existe? Não importa... olhar para esse troço pode causar náuseas a qualquer um!
Além disso, é simplesmente incompreensível que o BDMG tenha financiado uma coisa dessas... qual é o critério para conseguir financiamento nesse banco afinal? Esse monumento ajuda a desenvolver o quê?
Os estágiários foram a campo e descobriram que esse belezoca custou cerca de R$ 26.000,00. Isso mesmo 26 mil! A prefeitura depois teria tentado revender para uma empresa de lava-jato mas ninguém quis dar nem "10 conto!"
Entrevistamos um turista de Barbacena, cidade reconhecida mundialmente pela sanidade mental de seus habitantes, que afirmou categóricamente: "26 mil? Era melhor terem rasgado o dinheiro!"
Nossos informantes declararam com exclusividade que os executivos do BDMG fizeram um pedido confidencial: “olha, nós financiamos a obra de dutos, mas não ponha o nosso nome nessa placa... vão pensar que nós é que demos dinheiro para construir este, este, este, errr, ahn, monumento... nós só financiamos obras...” As "autoridades" no entanto recusaram o pedido alegando que "Não basta ser pai, tem que registrar..."
Enfim como não diria o locutor: Taí o que você não queria!